[03/03/2026 11:28]
Florianópolis: CASAN executa ações para combate à dengue no canteiro de obras da ETE Insular
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A CASAN (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento) executa ações permanentes para prevenção e eliminação dos focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti no canteiro das obras de ampliação e modernização da Estação de Tratamento de Esgoto Insular, em Florianópolis.
As ações de combate ao mosquito responsável pela transmissão da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya acontecem durante o ano todo e intensificadas na primavera e verão, estações que favorecem o desenvolvimento das larvas devido ao aumento das temperaturas e a maior incidência de chuvas.
De acordo com os dados da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, o início de 2026 já registrou um aumento de mais de 121% no número de casos prováveis de Dengue e 290% de Chikungunya, se comparado ao mesmo período do ano passado. Diante desse cenário a secretaria emitiu um alerta para uma tendência de aumento dos casos estimando uma transmissão acima dos patamares registrados no ano de 2025. Mais de 62% dos municípios catarinenses (185 cidades) já são considerados como sendo infestados pelo vetor, de acordo com a taxa de disseminação e manutenção dos focos, com destaque para a Região da Grande Florianópolis, Norte, Vale do Itajaí e Oeste Catarinense.
No canteiro de obras, a Companhia adota procedimentos que incluem inspeções diárias, fazendo uma operação “pente fino” para identificação de reservatórios de água parada e aplicações semanais de uma mistura de cloro e sal para extinção dos ovos e larvas dos mosquitos nas estruturas em construção e locais que acumulam água proveniente das chuvas. “É importante ficarmos atentos aos possíveis focos, observar e manter os ambientes limpos, pois até mesmo uma tampinha de garrafa pode virar um criadouro”, explica o biólogo Renan da Costa, responsável pela supervisão ambiental das obras da ETE.
Também são realizadas ações do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e de Construção Civil que garantem a aplicação de normativas para o armazenamento e a destinação final adequada de resíduos que eliminam a formação de potenciais criadouros do mosquito, além da promoção de atividades de conscientização ambiental e treinamentos com os trabalhadores das obras.
A ampliação e modernização da ETE Insular vai aumentar em quase três vezes a capacidade de tratamento de esgotos, possibilitando uma expansão do atendimento para novas áreas do Centro e da Bacia do Itacorubi, incluindo os bairros José Mendes, Jardim Anchieta, Parque São Jorge e partes do Córrego Grande e Pantanal, que já possuem rede coletora instalada, mas ainda não estão em operação. O investimento total no Sistema de Esgotamento Sanitário Insular é de R$ 245 milhões, com recursos obtidos junto à Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).
As ações de combate ao mosquito responsável pela transmissão da Dengue, Febre Amarela, Zika e Chikungunya acontecem durante o ano todo e intensificadas na primavera e verão, estações que favorecem o desenvolvimento das larvas devido ao aumento das temperaturas e a maior incidência de chuvas.
De acordo com os dados da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina, o início de 2026 já registrou um aumento de mais de 121% no número de casos prováveis de Dengue e 290% de Chikungunya, se comparado ao mesmo período do ano passado. Diante desse cenário a secretaria emitiu um alerta para uma tendência de aumento dos casos estimando uma transmissão acima dos patamares registrados no ano de 2025. Mais de 62% dos municípios catarinenses (185 cidades) já são considerados como sendo infestados pelo vetor, de acordo com a taxa de disseminação e manutenção dos focos, com destaque para a Região da Grande Florianópolis, Norte, Vale do Itajaí e Oeste Catarinense.
No canteiro de obras, a Companhia adota procedimentos que incluem inspeções diárias, fazendo uma operação “pente fino” para identificação de reservatórios de água parada e aplicações semanais de uma mistura de cloro e sal para extinção dos ovos e larvas dos mosquitos nas estruturas em construção e locais que acumulam água proveniente das chuvas. “É importante ficarmos atentos aos possíveis focos, observar e manter os ambientes limpos, pois até mesmo uma tampinha de garrafa pode virar um criadouro”, explica o biólogo Renan da Costa, responsável pela supervisão ambiental das obras da ETE.
Também são realizadas ações do Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e de Construção Civil que garantem a aplicação de normativas para o armazenamento e a destinação final adequada de resíduos que eliminam a formação de potenciais criadouros do mosquito, além da promoção de atividades de conscientização ambiental e treinamentos com os trabalhadores das obras.
A ampliação e modernização da ETE Insular vai aumentar em quase três vezes a capacidade de tratamento de esgotos, possibilitando uma expansão do atendimento para novas áreas do Centro e da Bacia do Itacorubi, incluindo os bairros José Mendes, Jardim Anchieta, Parque São Jorge e partes do Córrego Grande e Pantanal, que já possuem rede coletora instalada, mas ainda não estão em operação. O investimento total no Sistema de Esgotamento Sanitário Insular é de R$ 245 milhões, com recursos obtidos junto à Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA).
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Fotos: Acervo CASAN