DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE: Projetos da CASAN ampliam saneamento básico em Santa Catarina
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Responsável pelo abastecimento de água tratada para 2,6 milhões de habitantes, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento desenvolve projetos estratégicos para ampliar também os sistemas de esgotamento sanitário, fundamentais para a preservação ambiental.
A meta para o período 2014-2017, com financiamentos garantidos da ordem de R$ 1,5 bilhão, é passar dos atuais 18% para 45% de cobertura na coleta e tratamento do esgoto sanitário. Atualmente a CASAN possui 33 sistemas em operação, contemplando 17 municípios. Até 2017, 27 cidades serão atendidas com coleta e tratamento.
Os recursos para os novos sistemas foram obtidos em contratos já assinados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e Governo Federal, via Caixa Econômica Federal e Orçamento Geral da União (OGU). Há também financiamentos do Governo do Estado e recursos próprios da Empresa, como contrapartida. Em paralelo às obras de infraestrutura, a CASAN aposta em uma ação intensiva de fiscalização e eliminação de ligações irregulares de esgoto, por meio de convênio de cooperação técnico-financeira com a Prefeitura de Florianópolis, no programa “Floripa se liga na Rede”. Ao todo estão sendo investidos R$ 800 mil, com objetivo de melhorar a balneabilidade das praias da Capital e evitar a contaminação de cursos de água. “A CASAN passa por uma fase histórica de investimentos no setor de saneamento, o que vai proporcionar a ampliação dos índices de qualidade de vida dos catarinenses”, ressalta o presidente da Empresa, engenheiro Valter Gallina. Ele lembra que também no campo do abastecimento de água, com cobertura praticamente universalizada nos 201 municípios atendidos pela CASAN, os investimentos prosseguem para ampliação e melhoria do serviço. Em paralelo aos investimentos em infraestrura, a Empresa desenvolve ações para controle de perdas (um dos grandes desafios de todas as empresas de saneamento), recomposição de mananciais, modernização da gestão comercial e implantação de medidas exigidas pelo Ministério da Saúde, como o Plano de Segurança da Água.
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