Conheça sua Empresa: expandir número de contratos de programa é um dos desafios da GRC
Harmonizar o relacionamento com os municípios, para que o vínculo entre o poder concedente e a CASAN seja mais do que profissional. Esse é um dos desafios da Gerência de Relações com o Poder Concedente (GRC), que além de levar aos prefeitos e a suas equipes informações jurídicas no campo do saneamento cuida também da cordialidade nesse convívio. “Atualmente o mercado do saneamento é disputadíssimo e a CASAN precisa mostrar uma postura mercadológica que envolva novos modelos e conceitos na prestação dos serviços de água e esgotos”, considera o gerente da área, engenheiro Luiz Abner de Holanda Bezerra.
“Visitamos os municípios levando a mensagem de que a CASAN está se recriando. Hoje não trabalhamos apenas com a venda de um produto, mas com o conceito de fornecimento de água com padrão de potabilidade, com a capacidade de antecipar riscos de que agravos à saúde dos munícipes possam vir a ser materializados”, complementa o engenheiro que tem a colaboração de oito profissionais em sua equipe.

Estimular a cordialidade no convívio entre CASAN e municípios é uma das
responsabildiades da equipe Fotos: Arley Reis / GCS
Segundo Abner, expandir o número de contratos de programa é um dos desafios de sua Gerência. A CASAN atende atualmente 200 municípios, 12 por meio de Contratos de Programa: Barra Velha, Biguaçu, Braço do Norte, Canoinhas, Criciúma, Curitibanos, Florianópolis, Forquilhinha, Garopaba, Ibirama, Laguna e Rio do Sul.
O número de Contratos de Programa assinados parece pequeno, mas esse não é um desafio apenas quantitativo, explica. “É preciso também uma avaliação do ponto de vista qualitativo. Hoje temos contratos com municípios que são estratégicos para a CASAN. São cidades que garantem uma boa arrecadação e que possibilitam a prestação de serviço de excelência, que deverá ser estendido a outros municípios”, avalia o gerente, que conta com a colaboração de profissionais organizados em duas unidades: Divisão de Apoio ao Poder Concedente (DIAPC) e a Divisão de Gestão Associada (DIGAS).
Abner lembra que o Contrato de Programa deve estar ancorado em um Plano Municipal de Saneamento Básico, cuja concepção e elaboração é competência dos municípios. Já o documento que rege a relação de Gestão Associada entre o poder concedente e a operadora de água e esgoto deve conter uma proposta factível de ser operacionalizada, e que leve em conta investimentos a curto, médio e longo prazos.

Grupo trabalha no segundo andar do prédio da Matriz.
“Há muitas questões técnicas, como as tecnologias a serem adotadas, que são de domínio da CASAN. Trabalhamos orientando e esclarecendo os prefeitos para que a relação com a CASAN seja a melhor possível”, complementa Abner.
Ele destaca que a GRC também desenvolve projetos de trabalhos socioambientais, em que as comunidades são preparadas para receber novos empreendimentos, principalmente no caso da implantação de Sistemas de Esgotos Sanitários. Os trabalhos iniciam três meses antes da implantação, com ações de educação ambiental para conscientizar a população de que os serviços são necessários e trarão melhores condições de saúde nas comunidades.

Em parceria com empresas executoras das obras profissionais da GRC trabalham
para levar informações para as comunidades. Foto: Suzete Antunes / GCS