[04/01/2013 20:21]
ÁGUA : CASAN INICIA OBRA ESTRATÉGICA PARA ABASTECIMENTO
Com investimento de R$ 13 milhões e 835 mil, em parceria com o governo federal, via PAC 2, e financiamento a Caixa Econômica Federal, as obras incluem a implantação do floco decantador e de sistema de tratamento de efluentes.
Com as melhorias será ampliada a produção e a capacidade de tratamento de água em até 50% passando dos atuais dois mil para três mil litros por segundo, além de garantir a qualidade e a quantidade reduzindo a turbidez em períodos de chuvas intensas. “Esta obra vai garantir a produção e a regularização do abastecimento de água na região da Capital em qualquer época do ano, mas, sobretudo na alta temporada de verão, quando o consumo é maior”, informa o superintendente da Casan na região da Grande Florianópolis, Carlos Alberto Coutinho.
Coutinho informa ainda que a melhoria total do sistema acontecerá com outra obra complementar: a implantação de duas novas adutoras para condução de água tratada. Uma será para reforçar o abastecimento da Região Metropolitana. É o chamado terceiro trecho da adutora de 1.200mm que vai do trevo de Forquilinhas até a região de Capoeiras, no Continente; e outra específica, de 600 mm, para a região do Itacorubi, Pantanal, Córrego Grande, Saco Grande II e Norte da Ilha, áreas consideradas de grande crescimento populacional nos últimos anos.
O investimento total será de R$ 39 milhões e, no caso, das adutoras, o projeto já esta aprovado e aguarda apenas liberação dos recursos por parte da Caixa Econômica Federal para que as obras sejam licitadas.
A Estação de Tratamento de Morro dos Quadros , capta água do Rio Cubatão e do Rio Pilões, com nascentes na Reserva do Parque dos Tabuleiros, e atende uma população de mais de 700 mil habitantes, incluindo a Capital e os municípios de Biguaçú, São José, Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça. O período de execução da obra é de 18 meses, devendo ser finalizada no verão de 2013/2014.
ESTIAGEM AFETA ABASTECIMENTO - O longo período sem chuvas regulares na região da Capital e diversas outras regiões do estado, tem afetado a captação de água nos principais mananciais e barragens, que estão abaixo do nível normal. A situação faz com que os técnicos da Casan tenham que administrar a captação. Num estágio normal de chuvas, por exemplo, a captação do Rio Pilões, na Região Metropolitana, é de 1.800 a 2.000 litros por segundo, mas com a estiagem esta reduzida a 1.300 litros por segundo, no máximo, atualmente.
Segundo o chefe do setor de tratamento de água da Casan, engenheiro sanitarista, Bruno Kossatz, a queda na captação influencia diretamente na distribuição de água porque gera menos pressão e mais necessidade de filtragem. “Isso reduz o volume que chega diretamente aos pontos consumidores, sobretudo as partes mais altas das cidades, nas periferias e finais de rede”, explica.
O problema é agravado na Capital, porque as chamadas pequenas barragens auxiliares de captação de Florianópolis localizadas no Morro da Lagoa, Rio Tavares, Morro do Quilombo e Monte Verde, já estão há 20 dias sem contribuir para o abastecimento de água em função da forte estiagem.
A solução paliativa e emergencial, segundo Kossatz, é administrar e monitorar de forma permanente os registros de distribuição, utilizar caminhões pipa quando necessário e pedir uso racional da água aos consumidores, até que se normalize a ocorrência regular de chuvas.
Apesar da estiagem e do alto consumo pelo calor e aumento da população, a direção da Casan considera que o abastecimento continua regular para a maioria da população da Capital e região. Para Norte da Ilha, que registra maior consumo e movimento turístico, a Casan repete o esquema emergencial utilizado no ano passado com a instalação de Estações de Tratamento de Água Compactas, em vários pontos daquela região, além do reforço das equipes de plantão.
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FOTO : Obras de ampliação da Estação de Tratamento de Água do Morro dos Quadros, a principal fonte de abastecimento da Região Metropolitana já iniciaram ( Carlos Mello )
· Assessoria de Imprensa/Gerencia de Comunicação Social Casan- 04/01/13- Outras informações: 48 – 3221 5034/9101 8946
Com as melhorias será ampliada a produção e a capacidade de tratamento de água em até 50% passando dos atuais dois mil para três mil litros por segundo, além de garantir a qualidade e a quantidade reduzindo a turbidez em períodos de chuvas intensas. “Esta obra vai garantir a produção e a regularização do abastecimento de água na região da Capital em qualquer época do ano, mas, sobretudo na alta temporada de verão, quando o consumo é maior”, informa o superintendente da Casan na região da Grande Florianópolis, Carlos Alberto Coutinho.
Coutinho informa ainda que a melhoria total do sistema acontecerá com outra obra complementar: a implantação de duas novas adutoras para condução de água tratada. Uma será para reforçar o abastecimento da Região Metropolitana. É o chamado terceiro trecho da adutora de 1.200mm que vai do trevo de Forquilinhas até a região de Capoeiras, no Continente; e outra específica, de 600 mm, para a região do Itacorubi, Pantanal, Córrego Grande, Saco Grande II e Norte da Ilha, áreas consideradas de grande crescimento populacional nos últimos anos.
O investimento total será de R$ 39 milhões e, no caso, das adutoras, o projeto já esta aprovado e aguarda apenas liberação dos recursos por parte da Caixa Econômica Federal para que as obras sejam licitadas.
A Estação de Tratamento de Morro dos Quadros , capta água do Rio Cubatão e do Rio Pilões, com nascentes na Reserva do Parque dos Tabuleiros, e atende uma população de mais de 700 mil habitantes, incluindo a Capital e os municípios de Biguaçú, São José, Santo Amaro da Imperatriz e Palhoça. O período de execução da obra é de 18 meses, devendo ser finalizada no verão de 2013/2014.
ESTIAGEM AFETA ABASTECIMENTO - O longo período sem chuvas regulares na região da Capital e diversas outras regiões do estado, tem afetado a captação de água nos principais mananciais e barragens, que estão abaixo do nível normal. A situação faz com que os técnicos da Casan tenham que administrar a captação. Num estágio normal de chuvas, por exemplo, a captação do Rio Pilões, na Região Metropolitana, é de 1.800 a 2.000 litros por segundo, mas com a estiagem esta reduzida a 1.300 litros por segundo, no máximo, atualmente.
Segundo o chefe do setor de tratamento de água da Casan, engenheiro sanitarista, Bruno Kossatz, a queda na captação influencia diretamente na distribuição de água porque gera menos pressão e mais necessidade de filtragem. “Isso reduz o volume que chega diretamente aos pontos consumidores, sobretudo as partes mais altas das cidades, nas periferias e finais de rede”, explica.
O problema é agravado na Capital, porque as chamadas pequenas barragens auxiliares de captação de Florianópolis localizadas no Morro da Lagoa, Rio Tavares, Morro do Quilombo e Monte Verde, já estão há 20 dias sem contribuir para o abastecimento de água em função da forte estiagem.
A solução paliativa e emergencial, segundo Kossatz, é administrar e monitorar de forma permanente os registros de distribuição, utilizar caminhões pipa quando necessário e pedir uso racional da água aos consumidores, até que se normalize a ocorrência regular de chuvas.
Apesar da estiagem e do alto consumo pelo calor e aumento da população, a direção da Casan considera que o abastecimento continua regular para a maioria da população da Capital e região. Para Norte da Ilha, que registra maior consumo e movimento turístico, a Casan repete o esquema emergencial utilizado no ano passado com a instalação de Estações de Tratamento de Água Compactas, em vários pontos daquela região, além do reforço das equipes de plantão.
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FOTO : Obras de ampliação da Estação de Tratamento de Água do Morro dos Quadros, a principal fonte de abastecimento da Região Metropolitana já iniciaram ( Carlos Mello )
· Assessoria de Imprensa/Gerencia de Comunicação Social Casan- 04/01/13- Outras informações: 48 – 3221 5034/9101 8946